Quem sou eu

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Sou uma estudante do Curso de Ciências Contábeis na Universidade Estácio de Sá em São Paulo. Tenho 26 anos, sou graduada em Licenciatura Plena de Matemática, atualmente atuo como funcionária pública estadual no segmento da Educação. No momento estou em busca do crescimento profissional e pessoal, por isso criei esse blog para adquirir contatos e compartilhar experiências no mundo acadêmico que muitas vezes nos parece tão confuso.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

FAÇA A DIFERENÇA!!!!

Por favor, tire da sua cabeça a palavra não. Acredite em você, e na sua capacidade de criar, e recriar. Um profissional competente se permite arriscar, joga munido de conhecimentos, e uma boa dose de intuição.

Se antes era difícil encontrar estabilidade no mercado de trabalho, hoje, ficou ainda mais complicado remar em águas calmas. Apesar disso, não adianta ficar reclamando e achar que de agora em diante está tudo perdido. Não, a competência de um profissional é medida, principalmente, em momentos de instabilidade. É a sua capacidade de atravessar marés turbulentas que fará de você a mina de ouro das empresas.

Mais do que nunca, a criatividade tornou-se imprescindível. Ser criativo não é somente ter boas ideias, é sim, executá-las com eficácia, usar a intuição, desenvolver a visão de negócios e mais do nunca, correr riscos. Quem não corre riscos permanece estagnado, e sem viço.

Você pode perguntar: “Roberto, criatividade é um conceito tão subjectivo?”. Sim, ele é. Mas é, justamente, essa característica que faz da criatividade tão especial. Porquê? Porque ela agrega valor, porque, a princípio, ela não tem regras, é livre.

Estimular a criatividade é fundamental, num mundo em que os produtos e os serviços são muito parecidos e os recursos, escassos. Simplificar processos, aprimorar sistemas, surpreender o consumidor e superar as suas próprias expectativas são, hoje, pilares da gestão de negócios.

Hoje temos que criar e recriar. Sim, há cada vez menos empregos, mas os campeões vão ter sempre o seu lugar. Um profissional competente, não é aquele que faz tudo direitinho, mas aquele que se permite errar, que permite arriscar, que joga munido de conhecimentos e boa dose de intuição.

Sair do comodismo é fundamental. Por essa razão, buscar a experiência e ajuda do colega ao lado, não é feio, mas sim, uma forma produtiva de agregar valor à sua organização. Mais importante que vestir a camisa da empresa é vestir a sua camisa, obter as rédeas de sua carreira e construir ambientes propícios ao florescimento de sua porção criativa. Por favor, tire de sua cabeça a palavra não: “Não consigo”, “Não vai dar certo”, “Não vai acontecer nada”, “Não vou sobreviver”. Hoje temos que criar e recriar. Sim, há cada vez menos empregos, mas os campeões vão ter sempre o seu lugar, porque sabem reinventar as suas carreiras, encontram novas maneiras de actuar, não ficam nos bastidores roendo as unhas, mas sim passam a actuar como os actores principais da peça da vida.

Roberto Shinyashiki