Sigam o blog e deixem comentários nas postagens, as críticas e sugestões são bem vindas. Os convido para criar e compartilhar subsídios que colaborem com a carreira profissional e até mesmo pessoal de cada um de nós. O intuito é também fazer contato, sendo assim não se intimide, façam parte desta idéia.
SEJAM BEM VINDOS!!!
Sou uma estudante do Curso de Ciências Contábeis na Universidade Estácio de Sá em São Paulo. Tenho 26 anos, sou graduada em Licenciatura Plena de Matemática, atualmente atuo como funcionária pública estadual no segmento da Educação. No momento estou em busca do crescimento profissional e pessoal, por isso criei esse blog para adquirir contatos e compartilhar experiências no mundo acadêmico que muitas vezes nos parece tão confuso.
ENCONTRE SEU EMPREGO NA MONSTER. FAÇA JÁ O SEU CADASTRO.
O Canal-rh divulga Monster no Brasil. Confiram a entrevista. Para se cadastrar acesse: http://www.monster.com.br/
Monster chega ao Brasil para quebrar paradigmas e ser referência na América Latina, diz Tinoco Pinto
por Marina Gaspar
De olho nas estimativas de que devem ser gerados cerca de 2,5 milhões de emprego só este ano no Brasil, a Monster, um dos maiores atores globais do setor de recrutamento e seleção on-line, aterrissou no País com expectativas arrojadas: construir, em cerca de quatro meses, um banco de dados de um milhão de currículos e encaminhar para um novo trabalho 10 mil pessoas. Recém-chegado ao cargo de diretor-geral da empresa no Brasil, Roberto Tinoco Pinto tem à frente o desafio de conduzir a Monster rumo a esse objetivo ousado, em um cenário totalmente novo para os profissionais de RH criado pelo crescimento econômico.
Criada em 1994, a Monster teve o primeiro site do mundo focado no recrutamento de pessoas. Atualmente, conta com mais de 61 milhões de currículos ativos, sendo o maior banco de dados do gênero. Além disso, 200 mil empresas-clientes publicam pelo site suas vagas de emprego na América, Europa, Ásia e Oceania. Confira a entrevista que o diretor-geral concedeu ao Canal Rh.
Canal Rh: Como será a expansão da Monster no Brasil?
Roberto Tinoco Pinto: Estreamos nosso site no início de agosto e estamos começando uma campanha de mídia. Queremos chegar a um milhão de currículos e disponibilizar 10 mil vagas no site até o fim do ano. Mas nossa preocupação não é apenas com volume, mas com a qualidade do serviço que estamos oferecendo. A estimativa deste ano é de geração de 2,5 milhões de empregos, mas temos 8 milhões de desempregados e ainda assim as empresas reclamam que é difícil de encontrar talentos. Nós oferecemos um serviço que vai muito além de armazenar currículos. Procuramos encaixar as pessoas nas vagas mais adequadas e proporcionar às empresas a contratação do funcionário ideal. Nosso desejo é acabar com essa dificuldade das empresas de encontrar talentos e das pessoas de conseguir um emprego.
Canal Rh: Quais metas você concordou em assumir?
Pinto: Queremos que a Monster seja líder no mercado brasileiro e que nossa atuação aqui seja referência em toda a América Latina. Existem dificuldades para empresas e candidatos no mercado e por isso oferecemos alguns serviços diferenciados. Nossa meta é quebrar os paradigmas do mercado.
Canal Rh: Que serviços são esses e como será feita essa revolução no mercado?
Pinto: A Monster está presente em mais de 50 países e tem cadastrado cerca de 60 milhões de currículos. Por meio da nossa empresa, a pessoa pode ter acesso a vagas em diferentes lugares do mundo. Na Monster, nós fazemos pesquisas que analisam o mercado. Hoje, quando a pessoa se cadastra em um site de emprego, precisa pagar para ter acesso às vagas e no nosso caso, quem paga por esse serviço são as empresas que querem encontrar novos talentos. Nós oferecemos a esses clientes toda uma estratégia para ser atrativa aos profissionais, ensinamos como se comunicar com os possíveis candidatos a uma vaga, como anunciar as posições disponíveis. É uma abordagem nova nessa área no Brasil.
Canal Rh: Como está o mercado? O que os clientes estão pedindo?
Pinto: Os clientes estão tendo dificuldade de encontrar profissionais qualificados para as vagas que têm disponíveis e eles precisam ter as pessoas certas, que estejam aptas para o trabalho que precisa ser desenvolvido, principalmente em posições de liderança. A dificuldade maior não é só encontrar talentos, mas achar as melhores pessoas.
Canal Rh: Como foi seu processo de seleção para chegar ao cargo de country manager na Monster?
Pinto: Foi por meio de uma empresa de headhunters e foi relativamente rápido, durou cerca de três meses. Eu me interessei pelo projeto da Monster para o Brasil e achei que poderia dar uma boa contribuição para a empresa, já que o trabalho era similar ao que eu vinha realizando.
Canal Rh: Mas você vem da área de seguros. Qual a semelhança com os processos da uma empresa especializada em RH?
Pinto: Na área de seguros eu trabalhava com distribuição e fazia alianças. Aqui, também preciso possibilitar a existência de um canal eficiente de distribuição para os nossos consumidores, que são as empresas.
Empresa tem de ser atraente, afirma vice-presidente da Monster
É fato: depois da onda de demissões que vieram com a crise, as empresas não encontram profissionais qualificados o suficiente para levar os negócios adiante em tempos de cenário econômico favorável e negócios fluindo de vento em popa. Jesse Harriot, vice-presidente de Pesquisa e Conhecimento da Monster, esteve no Brasil, apresentou seu livro Find Keepers: Novas Estratégias para Contratar e Reter Talentos, e conversou com Canal Rh.
Canal Rh: O cenário brasileiro é de escassez de talentos, algo novo para os profissionais de RH, que sempre trabalharam sob uma realidade em que havia muita gente disponível para poucas vagas. Como agir agora?
Jesse Harriot: O profissional de RH hoje não pode se preocupar mais apenas com a contratação de pessoas. Tem, sim, muita gente procurando emprego, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, que está vindo de um momento de recessão. Ainda é um pouco doloroso achar um emprego. O RH tem de procurar tornar a empresa atrativa para os profissionais de qualidade e criar estratégias para mantê-los, porque os melhores serão assediados por outras e os jovens hoje se acostumaram a não ficar em um mesmo emprego muito tempo, eles querem progredir e muitas vezes veem a troca de emprego como uma oportunidade para isso.
Canal Rh: Qual o atual cenário para a contratação de executivos?
Harriot: Há uma grande demanda por profissionais seniores. Mas, na hora de contratar executivos, as empresas se deparam com a questão da liderança. Não dá apenas para ser um bom profissional, ele tem de ter as características necessárias para conduzir equipes e estratégias. Os líderes antigos estão se aposentando e as companhias precisam de profissionais para ocupar essas posições e também achar maneiras de formar novos líderes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário